Privacidade
Um porta-voz da Meta classificou o processo como “frívolo” e afirmou que “buscará sanções contra os advogados dos autores”
Empresa alega que criptografia é usada no aplicativo há dez anos | Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
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Brasileiros estão entre os autores de uma ação judicial apresentada nos Estados Unidos contra a Meta, dona do WhatsApp, que acusa a empresa de fazer declarações falsas sobre privacidade e segurança no aplicativo.
O processo foi protocolado na sexta-feira no Tribunal Distrital de San Francisco por um grupo internacional com autores da Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul. A queixa afirma que, apesar de a empresa destacar a criptografia “de ponta a ponta”, a Meta e o WhatsApp “armazenam, analisam e podem acessar virtualmente todas as comunicações supostamente ‘privadas’ dos usuários do WhatsApp” e pede que o caso seja reconhecido como ação coletiva.
A Meta negou as acusações. Um porta-voz classificou o processo como “frívolo” e afirmou que a empresa “buscará sanções contra os advogados dos autores”. Andy Stone também disse: “Qualquer alegação de que as mensagens do WhatsApp não são criptografadas é categoricamente falsa e absurda” e que “O WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta com o protocolo Signal há uma década. Este processo é uma obra de ficção frívola.”
A ação ainda sustenta que funcionários poderiam ter acesso às mensagens e menciona “denunciantes” como fonte dessas informações, sem detalhar quem seriam.
Com informações de O Globo