DESABAFO
Material envolvia a empresária e o jogador de pôquer Rick Salomon
Foto: Reprodução
Paris Hilton afirmou que o vazamento de um vídeo íntimo no início dos anos 2000 segue presente em sua vida. A declaração foi dada em entrevista à revista Us Weekly. O material envolvia a empresária e seu então namorado, o jogador de pôquer Rick Salomon.
Ao comentar o episódio, Paris relatou a dificuldade em lidar com a exposição. “Confiar em alguém e ter essa pessoa violando minha confiança daquela forma foi horrível. Isso vai me assombrar pelo resto da minha vida”.
Questionada sobre a possibilidade de conversar com Rick Salomon sobre o ocorrido, ela respondeu: “Não”, e disse não ter intenção de retomar contato para tratar do assunto.
Mãe de Phoenix, de 3 anos, e London, de 2, filhos do casamento com o empresário Carter Reum, Paris afirmou que ainda não sabe como abordará o tema com as crianças. “Ainda não pensei no que vou dizer. Agora, como mãe, pensar nisso me deixa ainda mais triste… ter passado por tudo aquilo de forma tão pública e ser julgada, quando eu era apenas uma garota de 19 anos”.
Na mesma entrevista, a empresária relembrou experiências vividas em internatos juvenis. Ela afirmou ter sofrido violência física e sexual por parte de funcionários e relatou que era obrigada a tomar medicamentos sem indicação clínica. Segundo Paris, ela passou por quatro instituições diferentes com autorização dos pais e, atualmente, atua em iniciativas voltadas ao bem-estar infantil nos Estados Unidos.
Sobre o impacto dessas vivências, declarou à Sky News: “Esses lugares realmente instalam em você uma sensação de vergonha tão profunda que você nem quer falar, pensar ou tocar no assunto, e isso se torna uma forma poderosa de silenciar vítimas”.
Paris também comentou a repercussão pública de seus relatos. “Foi uma onda de amor. Milhares de sobreviventes me procurando e dizendo: ‘Obrigada por contar sua história. Ninguém nunca acreditou em mim’. Muitas pessoas disseram que isso impactou suas vidas e que, depois do meu relato, suas famílias passaram a acreditar nelas”.