A Polícia Militar de São Paulo divulgou ter realizado 33 prisões durante eventos de carnaval de rua e das escolas do Estado desde 31 de janeiro. A maioria das ocorrências divulgadas envolve furtos de celulares durante desfiles de blocos da capital paulista.
No Parque do Ibirapuera, principal circuito do carnaval de rua paulistano, quatro pessoas foram presas por furto de celular após a identificação dos suspeitos por meio do sistema de monitoramento do Estado. Outros cinco adolescentes também teriam sido apreendidos pelo mesmo crime na região, durante patrulhamento preventivo.
Além disso, três prisões ocorreram na República, no centro, em ação com policiais civis do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) disfarçados com fantasias de personagens do desenho animado Scooby-Doo. O trio estava com oito celulares e responderá por furto.
Uma prisão também ocorreu no acesso ao Sambódromo do Anhembi, na zona norte paulistana, quando um homem procurado pela Justiça foi identificado por câmeras de reconhecimento facial. Ao mesmo outros dois foragidos foram reconhecidos pelo sistema nos últimos dias, segundo a polícia.
A operação começou no fim de janeiro. Uma das primeiras ações resultou na prisão de 12 pessoas apontadas como integrantes de uma quadrilha especializada em furtos durante desfiles de blocos de rua.
No primeiro fim de semana de programação oficial da capital paulista, em 7 e 8 de fevereiro, 11 pessoas foram presas. As ocorrências envolviam furto de celulares, estelionato e venda de bebida adulterada.
Segundo o secretário executivo da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), coronel Henguel Ricardo Pereira, cerca de 13 mil policiais militares e civis estão atuando na Operação Carnaval 2026. Desse total, 5 mil são na capital.
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