Justiça mantém prisão preventiva de mulher por tortura em Ceilândia

Justiça mantém prisão preventiva de mulher por tortura em Ceilândia
Justiça mantém prisão preventiva de mulher por tortura em Ceilândia – Reprodução

O juiz do Núcleo de Audiências de Custódia converteu em prisão preventiva a detenção em flagrante de Beatriz Elissandra Marques Carvalho, de 24 anos, acusada de roubo majorado, nesta quinta-feira, 26 de fevereiro.

A decisão foi fundamentada na gravidade dos fatos e no risco à integridade física da vítima e à ordem pública. Segundo o auto de prisão em flagrante, o crime foi premeditado: a acusada teria dopado a vítima com substâncias controladas, submetido-a a agressões físicas, queimaduras e privação de liberdade, além de subtrair bens e documentar as agressões em vídeo. Ela também teria se deslocado ao hospital com a intenção de concluir o ataque.

Na audiência, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios manifestou-se pela regularidade do flagrante e pela conversão em preventiva, enquanto a Defensoria Pública requereu a liberdade provisória.

O juiz destacou que a conduta da acusada revela extrema frieza, periculosidade e absoluto desprezo pela vida humana, representando risco concreto e iminente à vítima e à ordem pública.

A prisão preventiva foi decretada com base nos artigos 282, § 6º, 310, II, 312 e 313, I, do Código de Processo Penal. O processo foi encaminhado à 1ª Vara Criminal de Ceilândia.

T CSM

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