221 navios atravessaram o Estreito de Ormuz de março a abril

Unctad: interrupção em Ormuz aumenta risco para energia, fertilizantes e economias vulneráveis
Unctad: interrupção em Ormuz aumenta risco para energia, fertilizantes e – Reprodução

Alguns navios cruzaram várias vezes esta via marítima bloqueada pelo Irã, de modo que o número total de travessias é de 240, de acordo com dados desta empresa que compila informações marítimas. Em 122 casos, estavam vazios, e em 118, carregados.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, quase seis em cada dez travessias foram de navios procedentes do Irã ou com destino a este país, proporção que sobe para 64% quando transportam carga.

Entre os demais países destacam-se: Emirados Árabes Unidos (20% do total de travessias), China (15%), Índia (14%), Arábia Saudita (8%), Omã (8%), Brasil (6%) e Iraque (5%).

Desde 1º de março, seis navios, sobretudo procedentes do Brasil e da Argentina, entraram no Golfo com soja ou milho (382.000 toneladas no total), todos com destino ao Irã.

Das 118 travessias de navios com carga, 37 transportavam petróleo, com um total de 8,45 milhões de toneladas.

Outros sete petroleiros que atravessaram o estreito com carga partiram da Arábia Saudita.

O Irã praticamente fechou o Estreito de Ormuz desde que os Estados Unidos e Israel bombardearam o seu território em 28 de fevereiro, em um ataque conjunto que desencadeou uma guerra com repercussões nos preços mundiais do petróleo e do gás.

© Agence France-Presse

T CSM

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