O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces), promove a segunda edição da Formação em Agricultura Urbana e Periurbana, no âmbito do Programa Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana e da Estratégia Alimenta Cidades. A iniciativa tem início nesta quinta-feira (7 de maio).
O primeiro ciclo foi destinado a gestoras e gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada, apoiando a construção de projetos em 20 cidades. A ação fortaleceu a agenda de agricultura urbana e periurbana nos territórios e contribuiu para a institucionalização da política nos municípios.
Para a coordenadora-geral do Programa Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana (PNAUP) do MDS, Kelliane Fuscaldi, o segundo ciclo fortalece a implementação de políticas públicas nos territórios, ampliando o alcance do Programa Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana e da Estratégia Alimenta Cidades. “Investir na formação de lideranças em agricultura urbana é semear soluções concretas nas cidades, fortalecendo territórios, ampliando o acesso a alimentos saudáveis e construindo sistemas alimentares mais inclusivos. Com isso, o MDS reafirma, mais uma vez, o seu compromisso com o fortalecimento de capacidades locais e com a transformação dos sistemas alimentares urbanos”, afirma.
A iniciativa avança em 2026 com novos municípios que fazem parte da Estratégia Alimenta Cidades e lideranças, ampliando o alcance e contribuindo para a consolidação de sistemas alimentares mais resilientes.
Por meio desta parceria, o Governo do Brasil tem apoiado municípios de todo o país no fortalecimento de políticas de agricultura urbana com soluções estratégicas para os diversos desafios das cidades.
O novo ciclo da formação oferece continuidade a esse processo e fortalece a atuação nos territórios. A formação reunirá mais de 125 participantes de 27 cidades brasileiras, entre gestores públicos (66% dos inscritos) e lideranças da sociedade civil (34%).
Para a realização dos módulos presenciais, as cidades foram organizadas em polos regionais, tendo como âncoras locais que receberão, ao longo de agosto e setembro, os módulos presenciais do programa.
Entre os principais temas trabalhados estão: estruturação de marcos regulatórios municipais; engajamento da sociedade civil organizada em parceria com a gestão municipal; acesso e diversificação de fontes de financiamento; diagnósticos municipais e mapeamento de iniciativas e áreas aptas para hortas; instalação de hortas-piloto em espaços institucionais; definição de arranjos de governança e papéis entre os atores envolvidos; e a promoção de sistemas alimentares locais.
Com infomrações do Governo Federal