DESPEDIDA
Mensagens de despedida destacam fé, saudade e pedidos de justiça após morte de Rodrigo Castanheira de 16 anos no Distrito Federal
Rodrigo Castanheira (Foto: reprodução)
A morte do adolescente Rodrigo Castanheira, de 16 anos, provocou uma onda de comoção nas redes sociais. Amigos e familiares do jovem publicaram mensagens de despedida para expressar dor, saudade e fé. Conhecido carinhosamente como “Digão”, o jovem morreu na manhã deste sábado (7), após passar 16 dias internado em estado gravíssimo depois de ser agredido por Pedro Turra, ex-piloto de 19 anos, na saída de uma festa em Vicente Pires, no Distrito Federal.
Em uma publicação, a tia de Rodrigo, Danielle Morais, descreveu o período de internação como dias de intensa oração e esperança. “Hoje o silêncio pesa mais. Foram 16 dias em clamor e guerra pelo nosso Digão. Não é natural entender uma perda assim. Fica a dor, a saudade e as lembranças”, afirmou, pedindo que a memória do sobrinho seja lembrada pela vida e pela história que deixou.
Outras mensagens reforçaram o sentimento coletivo de luto. Amigos e conhecidos falaram da tristeza pela morte precoce de um adolescente descrito como “cheio de vida”. “Hoje choramos juntos, mas na certeza de que a justiça será feita, a dos homens e a de Deus”, escreveu uma amiga da família. Outro comentário destacou a dificuldade de lidar com a perda: “Não existem palavras capazes de aliviar uma dor tão grande, mas que as lembranças de amor e alegria dele sejam um abraço constante na alma”.
Rodrigo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Brasília, em Águas Claras, desde a madrugada de 23 de janeiro. Ele sofreu um traumatismo craniano severo após ser agredido durante uma briga que começou por um desentendimento banal. Apesar de ter passado por cirurgia de emergência e permanecido em coma induzido, o adolescente não resistiu às complicações.
Leia também:
A despedida também reacendeu pedidos por justiça. Familiares e amigos têm se manifestado publicamente para que o caso não seja esquecido e para que os responsáveis sejam responsabilizados. Com a morte de Rodrigo, a investigação, que inicialmente apurava lesão corporal gravíssima, pode ser reclassificada para homicídio.