DRAGÃO
Vila Nova e Atlético Goianiense se enfrentam no próximo domingo (25/01), no OBA
Adson Batista, presidente do Atlético Goianiense. Foto: Bruno Corsino – ACG
Vila Nova e Atlético Goianiense se enfrentam no próximo domingo (25/01), pela quinta rodada do Campeonato Goiano, no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA). Às vésperas do clássico, o presidente do Dragão, Adson Batista, afirmou que não pretende solicitar a carga de ingressos destinada à torcida visitante. Segundo o dirigente, o estádio do clube colorado não oferece segurança suficiente para receber as duas torcidas.
“Vou pedir os 10% para que? O OBA não tem ainda uma segurança necessária. Eu não estou aqui falando mal do Vila. Eu defendo o meu, eles defendem o deles. Mas não tem uma segurança normal para você levar torcida da mesma cidade. Até irresponsabilidade quem fica fomentando isso”, comentou Adson Batista.
Vale destacar que, nos últimos anos, os clássicos no futebol goiano têm sido realizados com torcida única. No entanto, o acordo firmado entre Ministério Público, Federação Goiana de Futebol e clubes prevê essa restrição apenas para os confrontos entre Goiás e Vila Nova.
Nesta semana, o próprio Vila Nova foi um dos clubes que reacendeu o debate sobre a presença das duas torcidas no estádio. O colorado chegou a tentar levar o clássico contra o Atlético Goianiense para o Serra Dourada, com a intenção de contar com torcedores dos dois times. Entretanto, a ideia acabou sendo descartada por questões financeiras.
Ainda sobre a possibilidade de torcida mista, Adson Batista reforçou que o cenário só seria viável caso todos os envolvidos assumissem suas responsabilidades em eventuais problemas.
“Nós temos que avaliar isso, porque tem uns bonitinhos aí que querem só transferir responsabilidade. Se o Ministério Público e a polícia assumirem a responsabilidade deles e se Vila Nova e Goiás, caso a torcida deles destruam meu estádio, eles arquem com as despesas, beleza, amanhã nós podemos jogar sem problema nenhum. É só todo mundo assumir sua responsabilidade e ninguém ficar transferindo responsabilidade um para o outro”, finalizou o dirigente.