O encontro de gerações entre um jornalista veterano e Raíssa Viana, marcado por respeito, sonhos compartilhados e novos horizontes profissionais
Como diz a letra da linda canção de Milton Nascimento, “amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito”. A frase, tão repetida quanto verdadeira, traduz com sensibilidade o valor das relações construídas ao longo da vida, especialmente aquelas que nascem no exercício diário da profissão e resistem ao tempo, às mudanças e aos novos rumos.
É dessa forma que decifro a amizade que nasceu entre mim, um jornalista veterano, aos 72 anos, e a jovem e competente jornalista Raíssa Viana, após nossos espíritos testificarem um com o outro. Um encontro de gerações marcado pelo respeito mútuo, pela troca de experiências e pelo amor comum ao jornalismo, essa atividade que exige entrega, ética e paixão pela informação.
Nossa convivência teve início no período em que Raíssa atuava como assessora de comunicação na Equatorial Goiás. Ali, no ritmo intenso das pautas, entrevistas e demandas institucionais, foi se consolidando uma relação profissional sólida, que logo ultrapassou os limites do trabalho e se transformou em amizade sincera e duradoura.
Atualmente, Raíssa busca novos caminhos, abrindo-se para horizontes mais amplos e desafiadores. Caminhos que, sem dúvida, lhe trarão uma visão renovada do mundo e da profissão, ampliando seu repertório humano e jornalístico. Trata-se de uma fase de transição natural para quem não se acomoda e acredita no próprio potencial.
Tenho certeza de que minha querida amiga sentirá, em breve, a realização de sonhos que um dia sonhou acordada, sempre guiada pela fé, pela esperança e pela confiança no Criador. Porque o sucesso verdadeiro não nasce apenas do talento, mas também da perseverança e da crença em dias melhores.
Como já diz a sabedoria popular, sonho que se sonha só pode até se perder no tempo; mas sonhos que se sonham juntos têm força para se tornar realidade. Raissa, que os novos passos sejam firmes, iluminados e compartilhados com aqueles que torcem, de coração, por sua felicidade e sucesso.
Tribuna Livre– Redação/Por Vital Furtado










