Brasil encerra participação no esqui alpino dos Jogos de Inverno

Brasil encerra participação no esqui alpino dos Jogos de Inverno
Brasil encerra participação no esqui alpino dos Jogos de Inverno – Reprodução

A participação histórica do Brasil no esqui alpino masculino dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina chegou ao fim nesta segunda-feira (16), com as disputas do slalom.

Lucas Pinheiro Braathen, ouro no slalom gigante, caiu na primeira descida devido à neve intensa e baixa visibilidade, eliminando-o da briga por medalhas. Christian Soevik, também filho de mãe brasileira, perdeu o equilíbrio cedo e saiu da disputa. Apenas Giovanni Ongaro completou a prova, terminando em 27º lugar com o tempo total de 2min06s87, superando o 39º lugar de Maya Harrison em Sochi 2014.

O ouro ficou com o suíço Loic Meillard, seguido pelo austríaco Fabio Gstrein na prata e o norueguês Henrik Kristoffersen no bronze. Dos 96 atletas, apenas 44 concluíram a primeira descida.

“Eu e o Brasil não estávamos aqui nos Jogos Olímpicos de Inverno só para participar. Estávamos aqui para fazer a diferença, trazer nossas cores, outra mentalidade, outra cultura e celebrar essa diversidade do Brasil e do esporte”, disse Lucas ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Giovanni, filho de mãe brasileira e radicado na Itália, comentou: “Não fiquei tão feliz pela primeira descida, porque não consegui esquiar muito veloz. Mas a segunda descida foi boa e fiquei feliz por ela. Agora vou celebrar com minha família e os fãs brasileiros e italianos”.

Na quarta-feira (18), a partir das 6h (horário de Brasília), Alice Padilha, de 18 anos, a mais jovem da delegação brasileira, competirá no slalom feminino.

Enquanto isso, o Brasil estreou no bobsled 2-men com Edson Bindilatti e Luís Bacca, ocupando a 24ª posição após as duas primeiras descidas, com tempo de 1min53s76. A liderança é dos alemães Johannes Lochner e Georg Fleischhauer, com 1min49s90.

A terceira descida ocorre nesta terça-feira (17), às 15h (horário de Brasília). Para disputar a quarta, os brasileiros precisam alcançar ao menos o 20º lugar. “O push continua sendo competitivo. Acho que agora é ver os vídeos, entender mais o que fizemos, o que erramos, o que podemos melhorar”, afirmou Edson ao COB, referindo-se à preparação para o 4-men nos dias 21 e 22.

Com informações da Agência Brasil

T CSM

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