Desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, o presidente dos Estados Unidos mexe no comércio mundial ao impor tarifas de amplo alcance tanto a aliados quanto a adversários. Essa política ganhou novo impulso no mês passado, quando Washington anunciou tarifas de 10% a 12,5% para 60 parceiros comerciais.
As tarifas criam dificuldade para alguns países, porém, mais além de casos pontuais, seu “ziguezague” se soma à “incerteza”, uma situação também alimentada pela guerra entre Estados Unidos e Irã, disse o secretário.
Salazar-Xirinachs destacou que, apesar da situação complexa, a economia global permaneceu “relativamente resiliente”, graças, em parte, ao boom de investimentos em inteligência artificial.
A Cepal vai anunciar nesta semana novas projeções econômicas para 2026 e 2027 relacionadas às economias da região, que deve enfrentar nas próximas décadas o envelhecimento da população “ao dobro da velocidade observada na Europa”, destacou em Montevidéu o chefe da Cepal.
Estima-se que haja em 2026 101 milhões de pessoas com mais de 60 anos na região, o que representa cerca de 15% do total. Até 2050, a previsão é de que 25% da população esteja nessa faixa etária.
O aumento do investimento em redes de assistência e a criação de novos postos para maiores de 60 anos no mercado de trabalho são alguns dos desafios para a América Latina, pontuou o economista. Enfrentar o envelhecimento da força de trabalho vai exigir investimento em inovação, acrescentou.
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