Falso câncer, golpe da geladeira e mais de 100 vítimas: as acusações contra ‘Barbie do Crime’

Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do Crime” - (Foto: reprodução)
Falso câncer, golpe da geladeira e mais de 100 vítimas: – Reprodução

ESTELIONATO

Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do Crime”, responde por processos em Goiás, Distrito Federal e Rio de Janeiro

Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do Crime” – (Foto: reprodução)

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A modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do Crime”, é acusada de aplicar golpes de estelionato desde 2011. Ela já teria feito mais de 100 vítimas em Goiás, Rio de Janeiro e Distrito Federal, conforme processos movidos contra a investigada ao qual o Mais Goiás teve acesso. A mulher foi presa pela Polícia Militar (PM) na última sexta-feira, 30, durante cumprimento de mandado de prisão, em Goiânia.

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Um dos primeiros registros criminais de Bruna, de 36 anos, remete há 15 anos atrás. Entre 2011 e 2012, Bruna teria obtido vantagens ilícitas contra um homem ao qual mantinha um relacionamento amoroso. Na época, ela teria alegado que enfrentava um câncer no útero com metástase no pâncreas, tendo êxito ao conseguir embolsar mais de R$ 15 mil da vítima. 

Posteriormente, em 2015, a “Barbie do Crime” iniciou uma suposta trajetória de golpes pela internet até ser presa e condenada por aplicar golpes em mais de 100 pessoas com anúncios de produtos importados nas redes sociais. Ela chegou a ser denunciada 11 vezes pelo Ministério Público (MP) por estelionato, tendo sido condenada pela Justiça a um ano e três meses de reclusão, além de 12 dias multa. 

No entanto, foi beneficiada com a conversão da pena em serviços à comunidade e prestação pecuniária. O caso acabou sendo arquivado. Segundo a Polícia Civil (PC) informou à época, a então jovem mantinha perfis nas redes sociais de venda de produtos importados e aplicava golpes em clientes de Goiás e outros estados. 

Segundo a investigação da polícia, Bruna criava perfis com nomes falsos nas redes sociais para vender produtos como celulares, maquiagens e perfumes. No primeiro golpe, Bruna teria recebido R$ 3,1 mil pela venda de um celular, mas nunca o entregou. Já a segunda vítima da modelo pagou R$ 700 como forma de entrada no mesmo produto, que também não foi entregue.

Já em outubro de 2021, Bruna foi novamente alvo de investigações ao supostamente anunciar uma geladeira na OLX. Uma pessoa interessada acabou fazendo o pagamento via PIX de R$ 100 para a estelionatária, com o intuito de segurar o produto. Logo em seguida, a vítima efetuou o pagamento total de R$ 3,5 mil pelo eletrodoméstico, mas ao buscar o produto foi pega de surpresa: Bruna havia se mudado um dia antes, deixando a mulher no prejuízo. 

O Mais Goiás não conseguiu localizar a defesa de Bruna para que se posicionasse.

T CSM

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