Guia orienta como identificar o assédio ascendente no trabalho

O assédio no ambiente de trabalho costuma ser associado a situações em que chefes abusam da autoridade contra subordinados. No entanto, também existe o assédio ascendente, quando servidores ou equipes criam um ambiente hostil para sabotar ou desrespeitar, de forma frequente, quem ocupa cargos de liderança.

Entre os exemplos citados estão boicote a instruções da chefia, difamações, piadas internas, exclusão deliberada e atrasos provocados de forma intencional para comprometer o trabalho da liderança. O guia também aponta fatores associados a esse tipo de assédio, como resistência a novas lideranças, preconceitos de gênero, etarismo e disputas de poder dentro das organizações.

A publicação ressalta ainda a importância de diferenciar assédio moral de divergências naturais do ambiente de trabalho. Discussões pontuais, cobranças legítimas por metas e feedbacks construtivos, chamados de atos de gestão, não configuram assédio quando são feitos com respeito. O assédio, segundo o guia, ocorre quando há frequência de humilhação, isolamento deliberado ou tentativas sistemáticas de desestabilizar o profissional e comprometer a execução do trabalho.

O relato deve ser feito com o máximo de detalhes possível, como nome de pessoas que presenciaram o caso, datas, locais, nome do assediador, órgão, unidade e outras informações que possam ajudar em uma eventual investigação.

*Com informações da Agência Brasília

T CSM
Fábio Andrade Contabilidade - Contador em Santa Maria DF

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou para esta

plugins premium WordPress