O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a versão 2026 do Guia do Investidor para Minerais Críticos do Brasil. O material institucional detalha as vantagens competitivas do país e o arcabouço regulatório com o objetivo de atrair investimentos estrangeiros em projetos de exploração e transformação mineral.
Disponível em português e inglês, o guia reúne informações atualizadas sobre o ambiente macroeconômico brasileiro, a infraestrutura disponível, os instrumentos de apoio público e os principais projetos em andamento. A iniciativa busca oferecer maior previsibilidade, transparência e segurança jurídica aos investidores interessados na cadeia mineral brasileira.
“O Brasil reúne condições únicas para liderar a nova economia de baixo carbono. Somos detentores de reservas estratégicas fundamentais para a transição energética global e estamos construindo um ambiente cada vez mais seguro, transparente e competitivo para a atração de investimentos. O Guia é um instrumento estratégico de conexão entre o potencial mineral brasileiro e as oportunidades de parceria com o mundo”, destacou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
O documento também apresenta o arcabouço normativo que regulamenta o setor mineral, incluindo procedimentos para obtenção de direitos minerários e licenciamento ambiental. Ao consolidar regras claras e estáveis, o país reforça sua credibilidade institucional e reduz assimetrias de informação.
“O Guia foi estruturado para oferecer ao investidor uma visão clara, objetiva e estratégica do setor mineral brasileiro. Nosso objetivo é ampliar a transparência sobre o potencial geológico do país e os instrumentos de apoio disponíveis, fortalecendo a confiança e estimulando investimentos sustentáveis”, afirmou a secretária nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Ana Paula Bittencourt.
O Brasil detém a maior reserva mundial de nióbio e figura entre os principais detentores de reservas de grafita, terras raras, níquel, manganês, bauxita e lítio. Esses minerais são essenciais para a fabricação de baterias, painéis solares, aerogeradores, motores elétricos e outras tecnologias de baixo carbono.
Nesse contexto, o Guia consolida o país como destino estratégico para investimentos globais no setor mineral, com ênfase na ampliação da oferta de minerais críticos e estratégicos e no avanço da etapa de transformação mineral, agregando valor aos recursos produzidos no país.