Mulher é morta por marido, filhos o sequestram e são detidos no velório em MT

Mulher é morta por marido, filhos o sequestram e são detidos no velório em MT
Mulher é morta por marido, filhos o sequestram e são – Reprodução

UOL/FOLHAPRES

Ao saberem da morte da mãe, os filhos, com a ajuda de um outro homem, teriam ido até o endereço onde o suspeito estava. No local, informou a polícia, eles teriam agredido e sequestrado o padrasto. O relato foi feito pelo pai do suspeito de matar Gabia, que procurou a polícia para registrar boletim de ocorrência.

Dois dos três filhos de Gabia foram detidos durante o velório dela. A polícia foi até o local e prendeu o jovem de 22 anos e apreendeu o de 16 por participação nas agressões e sequestro do padrasto.

Jovens relataram aos policiais que o irmão mais velho teria sequestrado o padrasto e, com a ajuda de um amigo, o levado para um local desconhecido. A Polícia Civil não detalhou idade ou nome dos suspeitos do sequestro. Com isso, não foi possível localizar suas defesas. O espaço segue aberto para manifestação.

Filhos de Gabia também disseram acreditar que o padrasto está morto. Conforme a polícia, os dois relataram que o irmão mais velho afirmou que iria matar o padrasto para vingar o assassinato da mãe.

Até o momento, filho e o suspeito de matar a mulher foram localizados. O outro homem que teria ajudado os irmãos também não foi localizado.

c. A Polícia Civil afirmou que as diligências seguem em andamento.

EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE

Denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia, inclusive no exterior. A ligação é gratuita.

O serviço recebe denúncias, oferece orientação especializada e encaminha vítimas para serviços de proteção e atendimento psicológico.

Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp (61) 99656-5008.

As denúncias também podem ser feitas pelo Disque 100, canal voltado a violações de direitos humanos.

Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e a página da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH).

Caso esteja em situação de risco, a vítima pode solicitar medidas protetivas de urgência, previstas na Lei Maria da Penha.

T CSM

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