Mulher suspeita de abusar e gravar criança de 2 anos a pedido de piloto é presa pela polícia

Mulher suspeita de abusar e gravar criança de 2 anos a pedido de piloto é presa pela polícia
Mulher suspeita de abusar e gravar criança de 2 anos – Reprodução

Uma mulher de 29 anos foi presa nesta terça-feira (10) pela Polícia Civil de São Paulo durante a segunda fase da Operação Apertem os Cintos. A mulher é considerada suspeita de integrar uma rede criminosa envolvida na exploração sexual de crianças e adolescentes.

A prisão da suspeita ocorreu na zona rural de Marataízes, no litoral sul do Espírito Santo, conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a apuração, ela é suspeita de participar de crimes como estupro de vulnerável e exploração sexual infantil, além da produção, compartilhamento e comercialização de material de abuso sexual envolvendo menores.

As investigações identificaram conversas e elementos digitais que indicam a prática de estupro de vulnerável, além da produção, venda e envio de vídeos contendo abusos de uma criança de 2 anos.

Foram encontrados também, segundo a polícia, indícios de negociação financeira para encontros presenciais envolvendo a criança. A vítima, atualmente com 3 anos, foi identificada e localizada pelas autoridades e está sob os cuidados de familiares. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

O material de abuso infantil teria sido encomendado pelo suposto líder do grupo, o piloto Sérgio Antônio Lopes, que foi preso no início de fevereiro no aerporto de Congonhas.

Durante o cumprimento do mandado judicial, um celular foi apreendido e será submetido à perícia. A suspeita foi encaminhada ao Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa da cidade de Vitória (ES), onde permanecerá à disposição da Justiça. A identidade dela não foi divulgada e a reportagem não conseguiu localizar o responsável pela defesa.

Também já foi presa, durante a operação anterior, uma mulher de 55 anos que teria recebido pagamento para facilitar os abusos das netas de 10, 12 e 14 anos pelo piloto.

As investigações do caso correm em sigilo e a reportagem não conseguiu identificar e contatar os responsáveis pelas defesas do piloto Sérgio e da mulher.

T CSM

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