07/01/2026

Pacheco, em relação ao dia 8 de janeiro, declarou: “O Congresso Nacional é um pilar seguro da democracia”.

Para o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, "aceitar os resultados de uma eleição é pilar essencial da democracia" - (crédito: Ed Alves/ CB)

O líder do Congresso repudiou os ataques à democracia e a propagação de informações falsas acerca das urnas eletrônicas, destacando que os Três Poderes permanecem atentos diante dos que são considerados “traidores da Pátria”.

Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso Nacional pelo PSD-MG, expressou críticas contra as tentativas de questionar a integridade do sistema eleitoral brasileiro. Durante seu discurso no evento “Democracia Inabalada,” que assinala um ano desde os atos de vandalismo que resultaram na destruição das sedes dos Poderes em 8 de janeiro de 2023, o senador afirmou que desacreditar o processo eleitoral não apenas agride as instituições republicanas, mas também, de maneira mais séria, o povo brasileiro.

Ao abordar as premissas falsas utilizadas pelos golpistas para invalidar os resultados das urnas, Pacheco denunciou a inaceitabilidade dessa abordagem, destacando que além dos danos materiais, das depredações e da violência perpetrada, a turba criminosa que invadiu essas dependências desrespeitou a vontade popular expressa pelo voto.

Pacheco enfatizou que aceitar os resultados de uma eleição é um pilar fundamental da democracia e um dever cívico de todos. Ele ressaltou que a Constituição assegura a liberdade de expressão e outros direitos das minorias, salientando que uma derrota nas urnas não justifica a supressão política de qualquer grupo.

O senador destacou que tais direitos não incluem a utilização do terror ou do caos, reafirmando que os Poderes Legislativo, Judiciário e Executivo reagiram prontamente aos atos de vandalismo e permanecem vigilantes contra os traidores da Pátria, que buscam assumir o poder à margem da Constituição.

Pacheco sublinhou a importância do Congresso Nacional como um pilar seguro da democracia, afirmando a abertura ao debate, ao pluralismo e ao desacordo, mas ressaltou a intolerância à violência, ao golpismo e ao desrespeito à vontade do povo brasileiro.

Além disso, Pacheco defendeu a harmonia entre os Poderes para assegurar o bem-estar da população brasileira. Ele concluiu que os entes federados devem agir para garantir que as políticas públicas alcancem efetivamente a população, enfatizando a necessidade de pacificação e união para superar a polarização que divide e enfraquece o país.

Tribuna Livre, com informações da Agência Senado

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