Altos custos
Os custos com aluguel, manutenção e estrutura tornaram inviável para o Colorado levar o clássico ao Serra
(Foto: Roberto Corrêa / Vila Nova F.C.)
O Vila Nova decidiu abrir mão de comandar o clássico contra o Atlético Goianiense após avaliar os altos custos operacionais para a realização da partida. A decisão foi tomada diante de um cenário financeiro considerado inviável pelo clube, que entendeu que as despesas superariam, de forma significativa, a possibilidade de lucro com o mando de campo.
Entre os principais pontos que pesaram na escolha estão os valores relacionados ao aluguel do estádio, que giram em torno de cerca de R$ 60 mil ou um percentual aproximado de 10% da receita bruta do jogo. Além disso, o Vila Nova teria de arcar com custos adicionais de limpeza e manutenção, estimados em cerca de R$ 23 mil, e com a atualização dos laudos técnicos exigidos, que representam mais uma despesa na casa dos R$ 5 mil.
Outro fator considerado foi a cobrança simbólica de aproximadamente R$ 1 por pessoa que consumir nos bares do estádio, além dos gastos com água e energia elétrica durante o evento. A lista de despesas ainda inclui o aluguel de três geradores, as diárias de operadores de som e placar, bem como a instalação e manutenção das redes de internet necessárias para o funcionamento da estrutura e transmissão da partida.
Diante desse cenário de custos elevados, o Vila Nova optou por não assumir o mando do clássico, avaliando que, do ponto de vista financeiro, a operação não seria sustentável. O confronto entre Vila Nova e Atlético Goianiense está marcado para domingo (25/1), às 17h, no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, válido pela quinta rodada do Campeonato Goiano.