STF deve gastar R$ 100 milhões com segurança armada

Foto oficial dos ministros do STF registrada na posse de Dino no lugar de Rosa Weber -22/02/2024- Crédito: Antônio Augusto (SCO/STF

Agentes vão atuar em São Paulo, no Rio Janeiro, no Paraná e no DF

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve gastar pouco mais de R$ 100 milhões com segurança privada armada. O contrato vai durar dois anos. De acordo com a encomenda, os agentes vão atuar em São Paulo, no Rio Janeiro, no Paraná e no Distrito Federal. Na solicitação, o tribunal exigiu pistolas calibre .380, munições, coletes e spray. Ainda conforme o pedido, esses profissionais terão de conduzir os veículos dos ministros do STF.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve gastar pouco mais de R$ 100 milhões com segurança privada armada. O contrato vai durar dois anos. De acordo com a encomenda, os agentes vão atuar em São Paulo, no Rio Janeiro, no Paraná e no Distrito Federal. Na solicitação, o tribunal exigiu pistolas calibre .380, munições, coletes e spray. Ainda conforme o pedido, esses profissionais terão de conduzir os veículos dos ministros do STF.

Presidente do STF interfere na segurança de SP

No início deste mês, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, determinou à Polícia Militar (PM) do Estado de São Paulo que use câmeras corporais nas fardas de seus agentes. Além disso, o juiz do STF estabeleceu ao governo Tarcísio:

A divulgação de dados no portal da Secretaria de Segurança Pública; • A recomposição do número total de câmeras para o mínimo de 10.125 equipamentos em operação; • A gravação ininterrupta até que seja comprovada a efetividade do sistema de acionamento remoto (automático e intencional); • O fornecimento de informações sobre os processos disciplinares por descumprimento do uso das câmeras corporais; • A apresentação mensal de relatórios pelo governo de São Paulo sobre o andamento das medidas.

Barroso atendeu a um pedido da Defensoria Pública do Estado. “Identifico um agravamento do cenário fático em relação à situação observada em dezembro de 2023, quando foi ajuizada a presente contra cautela”, observou Barroso, no despacho. “Essa é a premissa adotada nessa decisão, conforme histórico da política pública de uso de câmeras corporais pela PM do Estado de São Paulo.” • A divulgação de dados no portal da Secretaria de Segurança Pública; • A recomposição do número total de câmeras para o mínimo de 10.125 equipamentos em operação; • A gravação ininterrupta até que seja comprovada a efetividade do sistema de acionamento remoto (automático e intencional); • O fornecimento de informações sobre os processos disciplinares por descumprimento do uso das câmeras corporais; • A apresentação mensal de relatórios pelo governo de São Paulo sobre o andamento das medidas.

Tribuna Livre, com informações da Revista Oeste

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