VAR e PGMO estão mais uma vez sob o microscópio após a derrota do Everton por 2 a 1 para o West Ham, no sábado.
Um jogo tenso no Estádio de Londres permitiu aos Hammers, de Nuno Espírito Santo, somar três pontos vitais na sua tentativa de garantir a sobrevivência na Premier League, graças aos golos de Tomáš Souček e a um golo da vitória nos acréscimos através de Callum Wilson em ambos os lados do empate de Kiernan Dewsbury-Hall aos 88 minutos.
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Mas foi uma decisão controversa de handebol que aparentemente não lhes deixou outra escolha a não ser abordar o corpo de arbitragem em uma tentativa de clareza.
Os replays mostram o meio-campista do West Ham Mateus Fernandes tocando claramente a bola com a mão na área nas costas de Thierno Barry, sem pênalti marcado, apesar de Michael Salisbury ter revisado a passagem do jogo.
É mais um caso em que o VAR tem lutado para resistir ao escrutínio nas últimas temporadas, e desta vez, com enormes implicações para a tentativa de sobrevivência do West Ham, bem como para o esforço tardio do Everton para um possível futebol europeu na próxima temporada.