Brasil e Noruega voltam a se enfrentar neste domigo (5), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, carregando um retrospecto curioso e pouco favorável à Seleção Brasileira. Entre todas as equipes que já enfrentaram o Brasil ao longo da história, a Noruega é a única que nunca foi derrotada pelos brasileiros.
Em quatro confrontos disputados, a seleção nórdica soma duas vitórias e dois empates, mantendo um aproveitamento invicto diante da pentacampeã mundial.
Histórico favorece os noruegueses
O primeiro encontro aconteceu em 1988 e terminou empatado por 1 a 1. Nove anos depois, a Noruega conquistou sua primeira vitória ao bater o Brasil por 4 a 2 em amistoso.
O duelo mais marcante entre as seleções ocorreu na Copa do Mundo de 1998, na França. Pela fase de grupos, os noruegueses venceram por 2 a 1, com gols de Tore André Flo e Kjetil Rekdal. Bebeto descontou para o Brasil, que, apesar da derrota, avançou até a final daquela edição.
O confronto mais recente foi em 2006, também em amistoso, encerrado com empate por 1 a 1.
Histórico do confronto
- Jogos: 4
- Vitórias da Noruega: 2
- Empates: 2
- Vitórias do Brasil: 0
Haaland lidera geração que sonha ampliar marca
A Noruega chega embalada por uma geração considerada a melhor de sua história recente. Liderada por Erling Haaland, um dos artilheiros da Copa de 2026, a equipe eliminou a Costa do Marfim na fase anterior e agora tenta manter a escrita diante dos brasileiros.
Além do camisa 9, o jovem Antonio Nusa, apelidado por parte da imprensa europeia de “Neymar norueguês” pela habilidade e velocidade, também aparece como uma das principais armas ofensivas da equipe.
Brasil busca escrever novo capítulo
Se o retrospecto favorece os europeus, o cenário atual é diferente. Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil chega fortalecido após eliminar o Japão e tenta encerrar um tabu que dura quase quatro décadas.
Uma vitória não representará apenas a classificação para as semifinais da Copa do Mundo. Também colocará fim a uma marca inédita na história da Seleção: derrotar, pela primeira vez, a única adversária que jamais perdeu para o Brasil.