“BRB é um banco reconhecido, sólido, mas que teve um problema. É de fato um banco que tem operações sólidas, mas que teve um problema grave, que não foi gerado pela União. Foi gerado pela administração local, que não era nem a própria governadora, mas nós tivemos um grave problema no BRB. E é disso que se trata”, afirmou.
Essa tentativa tem incomodado as equipes do Planalto, que já sinalizaram diversas vezes que não haverá nenhum tipo de aval. Segundo Durigan, a União tem atuado como intermediária, apresentando soluções para a saída da crise financeira do banco.
“A União foi trazida para esse debate, e com muita boa vontade, apresentamos soluções para além de ficar criando dificuldade. As soluções foram trazidas por nós. Então, longe de haver inércia, há proatividade de início”, defendeu.
O ministro ainda enfatizou que é um “erro” acreditar que o aval da União “resolve tudo no país”, pois a situação do BRB não deve ser tratada como um problema que atinge os brasileiros em nível nacional. “Achar que nós temos que socializar os problemas, socializar responsabilidades com a sociedade brasileira como um todo. Isso não é correto”, acrescentou.