O pessebista se referiu ao candidato a vice-governador, Gustavo Rocha (Republicanos). Há rumores de que Rocha tem atuado nos bastidores dos tribunais para reverter a elegibilidade de Arruda, atualmente um dos maiores adversários de Celina no pleito. Cappelli disse que não concorda que o pessedista seja retirado da disputa por meio do “tapetão”.
“Foi o mesmo que eles fizeram na eleição passada, quando numa manobra no tapetão, uma manobra partidária, eles impediram o ex-senador Reguffe de ser candidato. O que eu não concordo é que candidatos que estão participando do processo eleitoral se movimentem explicitamente para tirar um concorrente da disputa”, acrescentou.
Nesta quinta-feira, o MPE entrou com pedido de impugnação de Arruda. A Justiça Eleitoral ainda deve analisar a solicitação. Segundo o órgão, o pessedista está inelegível até 2030, ou seja, por um período de 12 anos.
Ao se posicionar sobre a situação, Arruda disse que o pedido “faz parte do jogo e, de certa forma, já era esperado”. “O registro da minha candidatura está em acordo com a lei e quem tem a lei do lado não pode ter medo de voto”, garantiu
“Não tenho nenhuma dúvida que a minha candidatura receberá o registro de acordo com a lei e vamos disputar a eleição e fazer com que a população possa escolher quem vai governar Brasília nos próximos quatro anos”, acrescentou.