No mesmo dia do segundo turno das eleições gerais, eleitoras e eleitores de cidades no Rio de Janeiro, Tocantins, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul também voltaram às urnas para definir seus prefeitos em eleições municipais suplementares.
A votação municipal nesses sete locais foi determinada pela Justiça Eleitoral após a perda de mandato dos ocupantes anteriores. Seja motivada pelo indeferimento definitivo do registro de candidatura, seja pela cassação do diploma por abuso de poder político e econômico.
Na maior dessas cidades, com 100 mil eleitores aptos, Itaguaí (RJ) elegeu neste domingo Haroldinho Jesus (PDT), com mais de 58 mil votos (77%).
Em Goiatins (TO), o prefeito eleito foi Max Luz (Solidariedade), com cerca de 3,8 mil votos, pouco mais da metade dos válidos.
Na região Sul, no município de Santana do Itararé (PR), quem levou a prefeitura foi Zé Izac (PT), com pouco mais de dois mil votos. E na cidade gaúcha de Arroio do Sal, o vencedor foi Felipe Valim (MDB), com 4,5 mil votos.
No Estado de São Paulo foram três cidades. Narandiba colocou na frente Claudião Damacena, com cerca de 2,1 mil votos, mas a definição oficial depende do julgamento da Justiça Eleitoral, já que o candidato do União está sub judice. O segundo colocado é Pedrinho (PRD).
As outras cidades paulistas são Martinópolis, onde o prefeito eleito é Beto Leite (União), com 8,2 mil votos; e Macedônia, a menor das sete onde ocorreram eleições municipais neste domingo. Por lá, levou Vado (PSD), com 1.835 votos.
Os sete novos representantes municipais vão cumprir mandato até o fim de 2028.