Do empate frustrante na estreia à redenção contra a Argentina: a trajetória da taça da Espanha

Do empate frustrante na estreia à redenção contra a Argentina: a trajetória da taça da Espanha

 A Espanha é a grande campeã da Copa do Mundo pela segunda vez na história. Depois de triunfar em 2010, a Fúria alcançou novamente o topo do futebol neste domingo, ao derrotar a Argentina na decisão.

Apontada antes do Mundial como uma das principais candidatas ao troféu, a Espanha, comandada por Luis de la Fuente, fez uma campanha segura na Copa do Mundo, coroada com a conquista de maneira invicta.

Ainda assim, os espanhóis geraram desconfianças no início da competição. Na estreia, não passou de um empate sem gols diante da surpreendente seleção de Cabo Verde, que era estreante em Copas. Naquela partida, o goleiro Vozinha, do time africano, teve uma das atuações mais destacadas do torneio.

O primeiro triunfo espanhol na Copa veio na segunda rodada, e de forma convincente. Com gols de Lamine Yamal, Oyarzabal (dois) e Tambakti (contra), a equipe europeia não deu chances para a Arábia Saudita e goleou pelo placar de 4 a 0.

No último compromisso da fase de grupos, a Espanha não encantou, mas superou o Uruguai por 1 a 0, com gol de Baena, após uma grande falha do goleiro Muslera. O resultado magro foi suficiente para garantir a Espanha na liderança do Grupo H.

Na fase de 16 avos de final, o time espanhol teve pela frente a Áustria, que tinha sido a segunda colocada do Grupo J. A Fúria foi dominante no duelo, obtendo uma vitória incontestável por 3 a 0, com dois gols de Oyarzabal e um de Pedro Porro.

Nas oitavas de final, a Espanha encarou um grande clássico diante de Portugal. O duelo até foi equilibrado, mas os espanhóis conseguiram mostrar superioridade e venceram por 1 a 0, com um gol do meio-campista Merino, já nos acréscimos do segundo tempo.

Ao avançar para as quartas de final, a seleção espanhola pegou a Bélgica. O time de Luis de la Fuente se impôs, mas o triunfo veio de forma apertada por 2 a 1. Fabián Ruiz abriu o marcador, mas De Ketelaere empatou. No ‘apagar das luzes’ novamente, Merino balançou a rede e garantiu a vitória.

Na semifinal, a Fúria teve uma enorme pedreira pela frente, já que encarou a França, vista como grande favorita ao título por parte da imprensa mundial. Mas o time espanhol não deu chances para a rival. Com uma bela atuação, despachou a França por 2 a 0, com gols de Oyarzabal, de pênalti, e Pedro Porro.

Faltava apenas mais um capítulo para a redenção da Espanha. E ele aconteceu neste domingo, quando a seleção espanhola bateu a então campeã Argentina para alcançar o degrau mais alto da Copa do Mundo após 16 anos.

T CSM

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