Novo professor
Imprensa mineira diz que Roger Silva, novo técnico do Atlético, tem perfil ofensivo e busca “protagonismo” no cenário brasileiro
Arte: Atlético
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O Atlético anunciou de maneira oficial a chegada de seu novo técnico Roger Silva, de 41 anos, que estava por último no América-MG. E para conhecer melhor o perfil do novo comandante rubro-negro, o Mais Goiás entrevistou o jornalista Vinícius Andrade, da rádio Itatiaia de Minas Gerais. Roger treinou também em Minas, o Athletic de São Jao del Rey, em 2023 e 2024, onde acabou ganhando destaque nacional.
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Perfil do comandante
Vinícius pontuou que Roger tem uma tática ofensiva, que gosta de propor o jogo dentro de fora de casa. Algo que inclusive é desejado pelo presidente do clube Adson Batista. O jornalista pontuou que o professor ainda busca o “protagonismo” no futebol brasileiro.
“O Athletic foi um dos times mais interessantes de acompanhar em Minas Gerais no período em que Roger esteve à frente da equipe. Era um time que jogava com coragem e tentava encarar até mesmo os gigantes Atlético e Cruzeiro. Chegou às semifinais do Campeonato Mineiro e, por pouco, não esteve na final. Além disso, conquistou o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, não conseguiu sustentar o bom trabalho na Série B. Roger é um treinador que busca o protagonismo nos jogos, mesmo diante de adversários tecnicamente superiores. Tem ótimas ideias, mas ainda lhe falta dar um passo maior na carreira. Talvez esta seja a grande oportunidade, agora no Atlético Goianiense.”
No América-MG a situação já se inverteu, segundo o jornalista. Roger chegou em um momento conturbado no Coelho e não conseguiu implantar sua filosofia de trabalho. Algo que para Vinícius precisa ser destacado, o profissional precisa de tempo de para realizar um bom trabalho.
“Quando Roger Silva chegou ao América, a situação da equipe já era péssima. A passagem dele foi curta (10 jogos), os resultados foram ruins, mas não dá para culpá-lo, pois o elenco é muito fraco. Sob o comando dele, o time até conseguia criar muitas chances, mas pecava demais nas finalizações. Os resultados foram piores do que o desempenho apresentado na maioria das partidas.”