Iraque defende fim da influência de milícias sobre armamentos


DOUGLAS GAVRAS
FOLHAPRESS


O primeiro-ministro iraquiano Ali al-Zaidi afirmou, em discurso na Assembleia Geral da ONU, que o país trabalha para restabelecer o Estado de Direito e garantir que decisões sobre guerra e armamentos fiquem exclusivamente nas mãos das instituições constitucionais do Estado. Ele mencionou o encerramento da missão da coalizão internacional que atuava no Iraque como um marco desse processo.

Al-Zaidi destacou que o país avança para uma nova etapa de cooperação militar, econômica e de desenvolvimento com parceiros estratégicos. “Trabalhamos para garantir que o Estado seja, em última instância, quem tome as decisões sobre questões de paz e guerra e sobre armamentos”, declarou.

Ele também detalhou um projeto de Rota do Desenvolvimento, que partirá do porto de Al-Faw, passará pela Turquia e chegará à Europa, conectando comércio, energia e investimento entre Oriente e Ocidente.

Segundo ele, o projeto está aberto a parcerias com países vizinhos e aliados. O político também disse que o Iraque quer aumentar a produção de petróleo bruto e ampliar a capacidade de refino e produção de gás.


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