COLUNA DO JOÃO BOSCO BITTENCOURT
Governador destaca impacto social do hospital oncológico infantil e relata histórias de famílias que deixaram de buscar tratamento fora de Goiás
Daniel Vilela durante apresentação do balanço de um ano do Cora, em Goiânia; unidade atende crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer (foto divulgação)
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O governador Daniel Vilela afirmou, nesta quarta-feira (10/6), que o primeiro ano de funcionamento do Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora) já justifica os investimentos realizados pelo governo de Goiás na unidade voltada ao tratamento do câncer infantil. Durante apresentação do balanço das atividades do hospital, Daniel destacou que a criação do Cora nasceu da decisão do ex-governador Ronaldo Caiado de oferecer às famílias goianas atendimento especializado em oncologia pediátrica dentro do próprio estado.
Segundo ele, além da batalha enfrentada contra a doença, muitas famílias também precisavam lidar com mudanças radicais na rotina para buscar tratamento em outros estados, principalmente em Barretos, no interior de São Paulo.
“Quando surge um diagnóstico de câncer infantil, a família enfrenta não apenas a luta pela saúde, mas também outras dificuldades, como deixar o trabalho, abandonar a renda e mudar de cidade em busca de tratamento. Muitas famílias de Goiás precisavam ir para Barretos porque não tinham condições de pagar atendimento privado”, afirmou.
Daniel ressaltou que a estrutura do Cora permite tratamento moderno e especializado, com equipamentos de alta tecnologia e atendimento humanizado. Para ele, a unidade tem transformado a vida de crianças e familiares que antes precisavam deixar Goiás para buscar atendimento.
“Hoje temos aqui um tratamento de qualidade, com equipamentos modernos e toda uma estrutura avançada no combate à doença. Isso modifica a vida dessas pessoas e minimiza o sofrimento vivido por elas”, declarou.
O governador também relatou o depoimento de uma mãe atendida pelo hospital. Segundo ele, a mulher contou que saiu do Tocantins após não conseguir vaga em Barretos, passou nove meses em Rondônia e, posteriormente, conseguiu atendimento no Cora, em Goiânia.
“Ela me disse que a vida mudou depois que chegou aqui. Está morando em Goiânia e o tratamento do filho tem sido muito efetivo. É exatamente isso que nos deixa felizes: ver os recursos públicos se transformando em saúde, em combate à doença e na cura de tantas crianças”, completou.
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