Paciente é levada de helicóptero de Goiás a Brasília para transplante de coração

CIRURGIA

Menina é acompanhada pela rede estadual de saúde e estava na fila de espera por um transplante desde abril

Paciente é levada de avião de Goiás a Brasília para transplante de coração (Foto: reprodução)

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Uma paciente foi transferida para Brasília nesta quarta-feira (6) para realizar uma cirurgia de transplante de coração em caráter de urgência. Ao Mais Goiás, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) informou que o órgão foi disponibilizado na terça-feira (5) e, diante do curto tempo para o procedimento, foi montada uma força-tarefa para garantir que a criança chegasse a tempo ao hospital.

Acompanhada pela rede estadual de saúde, Maria Antônia Pereira, aguardava na fila de espera desde o dia 14 de abril. Segundo a mãe, Vanessa do Vale Pereira, a menina foi diagnosticada em setembro de 2025, e desde então a família enfrentava a rotina de exames e deslocamentos, incluindo uma ida a São Paulo para avaliação médica, também realizada com apoio do transporte aeromédico.

A operação mais recente contou com a atuação integrada da SES-GO e do Centro de Operações Aéreas (COA) do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), responsável pelo transporte. A menina e a mãe foram levadas até o Distrito Federal na aeronave Grifo-11. Em outra ocasião, a equipe utilizou a aeronave King Air BM-06 para deslocamento até São Paulo, equipada como UTI aérea.

Nas redes sociais, o bombeiro militar Leonardo Miranda, que participou da ação, comentou sobre a importância do transporte. “Fazer parte desta ocorrência trouxe a certeza de estar exercendo o melhor de mim. A energia dessa criança e a confiança da mãe são inquestionáveis. Que Deus proteja e permita muita vida”, disse.

De acordo com a SES, a transferência foi realizada em caráter emergencial, já que o coração é um órgão sensível e possui um tempo limitado para ser transplantado após a captação. Assim que a compatibilidade foi confirmada, a Central Estadual de Transplantes articulou toda a logística para viabilizar o transporte.

A Secretaria de Estado da Saúde não divulgou mais detalhes clínicos do caso, em respeito ao sigilo médico, à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e às normas nacionais que regem os transplantes, que impedem a identificação de pacientes e doadores.


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