CHEFÃO
Marcelo Antônio Marques Pereira, de 46 anos, tem 15 passagens por explosão de caixas eletrônicos
Marcelo Antônio Marques Pereira, conhecido como Mad Max – (Foto: reprodução/PM)
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Com 15 passagens por explosão de caixas eletrônicos, Marcelo Antônio Marques Pereira, de 46 anos, era considerado o chefão de uma quadrilha especializada em roubos à bando. Conhecido como “Mad Max”, em referência a franquia de filmes pós-apocalípticos, o homem apontado como um dos maiores ladrões de bando de Goiás, tendo relizado ao menos oito ações do tipo no estado, morreu em confronto com a Polícia Militar (PM) no último sábado (30), em Aparecida de Goiânia.
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Conforme a corporação, Marcelo planejava executar um assalto da modalidade “Novo Cangaço”. Ele mantinha um arsenal em casa, composto por explosivos, munições de fuzil, radiocomunicador, colete e roupas camufladas, de acordo com a Companhia de Policiamento Especializado (CPE).
A ação entraria na lista de crimes coordenados por Marcelo, de acordo com a PM. Entre eles estão as explosões de caixas eletrônicos em três agências bancárias localizadas nas cidades de Goiânia, Minaçu e Itaberaí.
O plano foi orquestrado pelo chefão, que estava preso desde o ano de 2016, quando a Polícia Civil (PC) desarticulou uma quadrilha de seis pessoas que explodiu cinco caixas eletrônicos em Goiânia. Em fevereiro de 2019, três criminosos foram presos suspeitos de fabricar as bombas caseiras usadas nos crimes.
Novo ataque
A corporação vinha trabalhando para evitar o novo ataque desde o dia 22, quando o comparsa de “Mad Max”, Crenilton Ferreira Barreto, de 44 anos, foi morto em confronto no Conjunto Vera Cruz, em Goiânia. Na casa de Crenilton, também foram encontrados artefatos explosivos, armas e munições.
Nos dois confrontos, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) precisou ser acionado para a detonação controlada dos artefatos encontrados. As explosões foram realizadas em áreas próximas dos imóveis.