23/06/2024

A violenta vingança de colonos judeus por assassinato de adolescente na Cisjordânia

Benjamin Achimeir, de quatorze anos, foi encontrado morto após desaparecer no mês passado - (crédito: Arquivo pessoal)

Morte de colono judeu na Cisjordânia disparou a mais intensa e sistemática onda de violência em décadas.

Na amanhecer do dia 12 de abril, uma sexta-feira, o adolescente israelense Benjamin Achimeir saiu de seu posto avançado na Cisjordânia ocupada com um rebanho de ovelhas e nunca mais voltou.

Achimeir, 14 anos, vivia e trabalhava em uma fazenda próxima ao assentamento de sua família, Malachei HaShalom – um dos quase 150 assentamentos israelenses na Cisjordânia que são considerados ilegais pelo direito internacional.

De acordo com a polícia israelense, o jovem adolescente foi assassinado naquela manhã, no campo, mas foram 24 horas até que o corpo fosse encontrado.

Quando o rebanho de ovelhas retornou à fazenda sem ele, uma busca pesada começou, envolvendo a polícia israelense, militares, força aérea, serviços de inteligência e milhares de voluntários da comunidade.

Para alguns, não foi o suficiente. Às 08:30 do sábado, Elisha Yered, ex-porta-voz do deputado Limor Son Har-Melech e colono extremista suspeito de assasinar um homem palestino em agosto passado, reclamou em um grupo de WhatsApp para colonos.

“Shabat Shalom, já são quase 24 horas de forte suspeita de que Benjamin tenha sido sequestrado no campo e ainda assim as medidas óbvias não foram tomadas”, escreveu Yered.

A mesma mensagem foi postada naquela manhã em diversos grupos de colonos israelenses no WhatsApp.

Yered convocou a comunidade a resolver o assunto – bloqueando a entrada ou saída dos moradores de aldeias palestinas próximas, fazendo “buscas de casa em casa” e promovendo “punição coletiva contra a população árabe assassina”.

A mensagem também continha uma lista de pontos de encontro. Horas depois, uma mensagem semelhante circularia nos mesmo grupos, mas com emojis de fogo junto a cada local, bem como pedidos individuais para “eliminar o inimigo”, “exterminar as bestas” e – referindo-se a uma aldeia palestina próxima – “queimar toda a Duma”.

O que se seguiu foi uma onda de ataques a tiros e incêndios criminosos em 11 aldeias palestinas, nos quais 20 casas e mais de 100 carros foram queimados, milhares de animais foram abatidos, quatro pessoas foram mortas e dezenas de outras ficaram gravemente feridas.

Desde então, cinco colonos israelenses foram presos acusados de ligação com os atos de violência, e um palestino está detido em conexão com o assassinato de Benjamin Achimeir.

O corpo de Achimeir foi encontrado muito próximo de seu assentamento. Mas, na fúria, os colonos israelenses atacaram aldeias palestinas que ficavam a até 7 km de distância.

Registros de algumas conversas em grupos do WhatsApp naquele dia, bem como testemunhos de autoridades palestinas e de famílias das aldeias atacadas, mostram uma campanha organizada de vingança realizada por grupos locais e direcionada contra palestinos comuns, sem ligação aparente com o assassinato.

Colonos religiosos da Cisjordânia normalmente não se comunicam por WhatsApp no sábado, em respeito às leis do Shabat.

Mas as mensagens postadas por Yered, bem como Eitan Rabinovich – o fundador de uma organização que defende não empregar palestinos na Cisjordânia – e por outros, enfatizavam que o desaparecimento de Achimeir era o “verdadeiro Pikuach Nefesh”, um termo hebraico que afirma que a preservação da vida humana supera toda lei religiosa.

Trechos dos grupos do WhatsApp, alguns coletados pelo grupo de monitoramento de mídia israelense FakeReporter e compartilhados com a BBC, mostram que muitos colonos acreditavam que o desaparecimento também suspendia qualquer adesão à lei real.

O texto de descrição de um dos grupos mais ativos usados naquele dia, com 306 pessoas, pediu aos colonos que estabelecessem postos de controle em locais-chave ao redor das aldeias palestinas e parassem e revistassem carros e passageiros – ações que os colonos não têm autoridade legal para realizar.

Os administradores do grupo eram David-Zvi Atia, Yedidya Asis e Israel Itzkovitz.

Asis é membro da organização de colonos de extrema-direita Hilltop Youth. Itzkovitz também é membro do grupo de WhatsApp “Guarda de Honra da Área de Nablus”, usado para organizar uma onda de violência contra a cidade palestina de Huwara e outras três aldeias em fevereiro do ano passado.

Os ataques estiveram entre mais intensos e sistemáticos em décadas realizados por colonos na Cisjordânia.

Nos meses seguintes ao ataque do Hamas em outubro passado, de acordo com grupos israelenses de direitos humanos, a violência contra os palestinos da Cisjordânia aumentou drasticamente, e os colonos têm agido com quase impunidade.

‘Vingança’

Poucas horas após o desaparecimento de Benjamin Achimeir, mensagens começaram a se espalhar em grupos de colonos no WhatsApp pedindo abertamente ataques de vingança contra aldeias palestinas.

Alguns continham a imagem de um pôster com um foto de Achimeir e a palavra “vingança” em letras maiúsculas – imagem que também foi postada fisicamente em diferentes partes da Cisjordânia ocupada naquele fim de semana. Algumas mensagens continham uma nova lista de lugares para se encontrar, acompanhadas de emojis de fogo.

O primeiro local da lista distribuída no WhatsApp por Yered, Rabinovich e outros na manhã de sábado – na mesma mensagem que pedia “punição coletiva da população árabe assassina” – foi o entroncamento de Duma, para onde a estrada principal leva.

Algumas horas após as mensagens circularem, em uma das primeiras casas no caminho, Murad Dawbsheh, um trabalhador da construção civil de 52 anos e pai de três filhos, bombeava água do poço quando ouviu uma mulher gritar, disse ele, e uma fumaça negra subir nas proximidades.

Dawbsheh correu para sua garagem e viu um grupo grande de colonos reunido a cerca de 100 metros de distância, nas árvores. Eles se dividiram em dois grupos – o primeiro ia em direção à propriedade de seu vizinho e o outro para a dele.

O segundo grupo então se dividiu, e alguns foram para a casa principal enquanto outros iam em direção às outras construções.

Dawbsheh colocou a família em um pequeno quarto seguro na casa, com grades de metal nas janelas. Os colonos quebraram todas as janelas da casa e incendiaram a porta, mas não conseguiram invadir. Seus três filhos, todos com deficiência auditiva, ficaram aterrorizados, contou.

Os colonos atearam fogo a uma casa nova que Dawbsheh havia construído para o filho na propriedade, às ferramentas de Dawbsheh, garagem, carros, e ao galpão com toda a sua coleção de madeira.

E, pior, ele contou: queimaram seu “santuário”, um pequeno anexo de dois quartos onde estavam todos seus livros, suas poesias, os pertences de sua falecida mãe e os documentos de identidade, registros, relíquias e fotografias da família.

“Cada pedaço de papel relacionado ao meu passado, presente e futuro estava lá”, disse Dawbsheh, sob um sol forte, com lágrimas se misturando a gotas de suor. “É uma perda que não pode ser compensada. É como perder uma parte do corpo. Você continua procurando e percebendo que está faltando.”

Enquanto a casa estava sob ataque, o grupo do WhatsApp “Investigando o Medo de Sequestro” revela os colonos coordenando os movimentos do grupo no entroncamento de Duma, pedindo que carros retirassem colonos da área urgentemente e pedindo dicas sobre como evitar a polícia.

“Estamos saindo de Duma, está cheio de forças de segurança”, disse um dos membros do grupo, Israel Yuval, em uma mensagem de voz. “Nós fomos perseguidos por soldados. Qual é o plano? Para onde devemos ir? Avise-nos.”

‘Exterminem’

Shmulik Fine – um colono que foi condenado em 2015 por incitação à violência e ao terror – relatou ao grupo que a polícia israelense estava começando a prender colonos em Duma.

“Por que prisões? Deixem Duma queimar”, respondeu “Tali”. Uma conta no Facebook vinculada a esse número de telefone pertence a uma Tali Dahan, com um status que sugere que ela trabalhou para a polícia israelense na fronteira da Ponte Allenby, nas proximidades.

“É esse o jeito”, respondeu Dahan às fotos de Duma em chamas. “Deixe-os com medo, esses animais. Exterminem-nos.” (Tali negou trabalhar para a polícia israelense ou escrever as mensagens no WhatsApp, apesar de ter sido contatada pela BBC no número usado para postar no grupo. A polícia não respondeu às perguntas.)

Israel Baniuk, um colono de 17 anos que já havia defendido em redes sociais que judeus se reassentassem na Faixa de Gaza, alertou que moradores de aldeias palestinas estavam postando vídeos online, e os colonos poderiam perder a “guerra da mídia” contra os “nazistas” moradores das aldeias.

“Lembrem-se sempre de que este é um grupo aberto”, alertou Ofer Ohana, um ativista colono de extrema-direita de Hebron. “Todas as mensagens aqui podem vazar para aqueles que coletam informações contra nós.”

A onda de ataques havia começado um dia antes, poucas horas após o desaparecimento de Benjamin Achimeir.

Em al-Mughayyir, uma aldeia de cerca de 2,5 mil pessoas a cerca de um quilômetro e meio do posto avançado de Achimeir, Abdellatif Abu Aliya estava nas orações de sexta-feira quando soube que o jovem tinha desaparecido.

O trabalhador da construção civil de 52 anos, que mora na casa no extremo norte da aldeia, voltou para casa para ver os colonos se aglomerando em torno de sua casa.

De seu telhado naquela manhã, disse ele, testemunhou um nível de organização e intenção entre os colonos que nunca tinha visto antes em todos os seus anos na aldeia e três ataques anteriores à casa.

Vídeos feitos pela família mostram colonos armados patrulhando o entorno da propriedade. Pelo menos dois deles vestiam o que parecia ser o uniforme das Forças de Defesa de Israel (IDF), antes do início do ataque.

Eles se aproximaram da casa através de olivais que Abedllatif disse que um dia pertenceram à família, disse ele, mas que agora estavam, como muitos outros, fora dos limites palestinos devido à expansão dos colonos israelenses.

‘Cercaram a casa por todos os lados’

“Primeiro eles cercaram a casa por todos os lados, antes de atacar”, disse Abdellatif, sentado em sua casa, envolto por janelas quebradas, buracos de bala e o que restou de seus carros.

“Eles agiam em grupos e seguiam ordens de dois homens, um de uniforme e outro não. Eles cobriram o rosto, então um grupo veio jogar pedras e incendiar os carros. Outro grupo ficou no limite da propriedade com pistolas. Atrás deles estava um grupo com M16s que disparou contra a casa a partir dos olivais.”

Os colonos também cortaram a eletricidade da casa e dispararam contra os reservatórios de água da propriedade, esvaziando-os.

Os homens palestinos que tentavam proteger a casa, jogaram pedras do telhado em direção aos colonos, que devolveram com disparos, matando o primo de Abdellatif, Jihad, de 20 anos, com um tiro na cabeça.

O sangue de Jihad permanece nas paredes e no chão da casa, repleta de buracos de bala nas janelas e azulejos.

Abdellatif coletou cerca de 20 projéteis do entorno da propriedade, e disse que muitos outros foram coletados pelas autoridades locais. Os colonos incendiaram uma dúzia de carros na estrada entre a aldeia e a casa.

Duas outras famílias que tiveram as casas atacadas nas proximidades de al-Mughayyir naquele dia descreveram operações semelhantes e organizadas.

Na casa de Shehade Abu Rasheed, um fazendeiro de 50 anos, um grupo de colonos se aproximou pela garagem e jogou pedras na família, atingindo o rosto de sua esposa e derrubando-a, disseram eles, enquanto outro incendiava os carros.

Quando a filha de 17 anos, Noor, correu para a mãe, ela disse que foi baleada duas vezes, uma em cada perna. Ambas as balas atingiram o tecido mole, mas apenas uma foi removida no dia no hospital de emergência de Ramallah.

Yaqoub Nasan, de 17 anos, morador da aldeia, que foi defender a casa da família, estava sozinho e aparentemente desarmado quando foi atingido no pescoço por um tiro disparado à distância, mostra o vídeo.

Foi uma lesão que restringiria temporariamente o fluxo sanguíneo até o cérebro, causando uma série de complicações, como incapacitando-o de usar as pernas, disse o chefe de medicina do Hospital Ramallah à BBC.

De acordo com o Ministério da Saúde palestino, 32 pessoas em al-Mughayyir foram feridas por disparos com armas de fogo naquele fim de semana.

Do outro lado da estrada em frente à casa de Shehade, os colonos atacaram a garagem do mecânico Mohamed Abu Aliya, de 25 anos. Na sexta-feira, ele disse, queimaram 14 carros na propriedade e tentaram atear fogo à garagem. Eles voltaram no sábado e incendiaram a construção.

Quando a garagem estava completamente tomada pelo fogo, os colonos atravessaram a estrada e incendiaram a casa da família de Shehade Abu Rasheed também.

Enquanto a casa queimava, um integrante do grupo de WhatsApp “Investigando o Medo de Sequestro” postou uma mensagem de voz dizendo o seguinte:

“Precisamos do maior número possível de adultos com veículos para sair para a estrada por al-Mughayyir para pegar as pessoas correndo em direção à estrada”, disse “Itiel”. “Há um monte de policiais perseguindo-os. A rota para Shilo está aberta?”

Na noite de sábado,após o corpo de Achimeir ser encontrado, dois palestinos já haviam sido mortos e pelo menos 20 casas e mais de 100 carros tinham sido queimados.

Mas as mensagens pedindo vingança ainda se espalhavam em grupos de colonos no WhatsApp. Antes que a violência acabasse, mais dois homens palestinos foram mortos na aldeia de Aqraba, a 7 km de onde Achimeir desapareceu.

Abdul Rahman Bani Fadel, 30 anos, e Mohammad Bani Jamea, 21, foram mortos a tiros em um ataque realizado por dezenas de colonos, muitos deles armados, a menos de um quilômetro de meio do entroncamento de Gitit – um dos pontos de encontro marcados com emojis de fogo em um grupo de colonos no WhatsApp.

Imagens de vídeo do incidente mostram o que parecem ser soldados das FDI assistindo enquanto um grande grupo de colonos, alguns armados, cercam vários homens palestinos da aldeia.

“Os colonos estão procurando qualquer motivo para aumentar a agressão contra nós”, disse o irmão mais velho de Fadel, Ahmed Maher. “E a morte de Benjamin foi uma razão.”

Enquanto as casas de Murad Dawbsheh, Shehade Abu Rasheed, Mohamed Abu Aliya e muitos outros estavam em chamas na noite de sábado, membros do grupo de WhatsApp “Investigando o Medo de Sequestro” começavam a tentar apagar seus rastros, compartilhando dicas de como excluir mensagens permanentemente.

“Cada um apaga as suas mensagens”, instruiu o administrador David Zvi-Atia, “E então sai do grupo e oculta ele em suas configurações”.

Zvi-Atia não quis comentar, acusando a BBC de “propaganda antissemita virulenta”. Shmulik Fine e Elkana Nachmani enviaram mensagens idênticas, recusando-se a comentar.

Elisha Yered e Eitan Rabinovich também acusaram a BBC de ser antissemita e se recusaram a comentar. Israel Yuval negou ter escrito as mensagens. Israel Baniuk, Ofer Ohana, Israel Itzkovich, Yedidya Asis, Eliezer Eyal e Yair Kahati se recusaram a comentar ou não responderam.

As FDI dizem que suas forças operaram na região naquele fim de semana com “o objetivo de proteger a propriedade e a vida de todos os cidadãos” e que as queixas sobre o comportamento dos soldados seriam investigadas. A polícia israelense não respondeu à BBC.

No domingo, 15 de abril, com partes de Duma e al-Mughayyir em ruínas, e alguns residentes ainda no hospital, Adar Lpair, um DJ de 29 anos do assentamento Amichai, que se ofereceu em um grupo de WhatsApp para tirar as pessoas de Duma após os ataques, postou no Facebook.

“Obrigado a todas as centenas e milhares de homens corajosos que saíram para se vingar”, escreveu ele. “Abençoados são os olhos que viram Duma e al-Mughayyir no sábado.”

Lafair se recusou a comentar as mensagens.

No mesmo domingo, Noor Abu Rasheed deixou o Hospital Ramallah e voltou, com as pernas enfaixadas, para a tenda debaixo da qual agora a família vive ao lado da casa queimada.

Duas semanas após os ataques, ela estava com a família nos restos de sua casa enquanto limpavam o último dos móveis escurecidos pela fuligem. “Minha esperança é voltar para a escola e terminar meus exames”, disse Noor, olhando para a perna, onde foi baleada. Ela olhou para cima e sorriu. “Se eu continuar viva”, acrescentou.

Tribuna Livre, com informações da BBC News

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