Faça uma pipoca, vá ao banheiro e prepare o coração. A final da Copa do Mundo de 2026, entre Argentina e Espanha, tem uma boa chance de ser decidida na prorrogação ou até mesmo nos pênaltis.
Pelo menos este tem sido o cenário mais comum ao longo das últimas edições.
PRORROGAÇÃO E PÊNALTIS
As últimas finais de Copas do Mundo tem sido definidas na prorrogação e algumas nos pênaltis. Nas últimas 6 edições, desde a virada do século, apenas dois jogos terminaram no tempo regulamentar, enquanto outras quatro finais terminaram em empate e precisaram ao menos dos 30 minutos extras.
Nessas quatro edições, duas terminaram na prorrogação e duas foram decididas nos pênaltis. Em 2010, a Espanha venceu a Holanda por 1 a 0 com gol anotado por Iniesta no tempo extra. O cenário se repetiu em 2014, com a Alemanha fazendo também 1 a 0 contra a Argentina.
As duas decisões nos pênaltis aconteceram em 2006 e em 2022 na primeira, a Itália foi campeã diante da França após o empate por 1 a 1 persistir. Na segunda, a Argentina fez um jogo épico com a França, em empate por 2 a 2 e que virou um 3 a 3 na prorrogação e terminou com o tricampeonato albiceleste.
Apenas duas finais neste século terminaram no tempo normal. O pentacampeonato conquistado pelo Brasil, em 2002, terminou em vitória por 2 a 0 contra a Alemanha, com dois gols de Ronaldo Fenômeno.
Na edição de 2018, foi a vez da França conquistar o bicampeonato contra a Croácia, em vitória por 4 a 2 no tempo regulamentar.
As últimas finais de Copa do Mundo:
2002 – Brasil 2 x 0 Alemanha (tempo normal)
2006 – França (3) 1 x 1 (5) Itália (pênaltis)
2010 – Espanha 1 x 0 Holanda (prorrogação)
2014 – Alemanha 1 x 0 Argentina (prorrogação)
2018 – França 4 x 2 Croácia (tempo normal)
2022 – França (2) 3 x 3 (4) Argentina (pênaltis)