Desigualdade sobe em 2025, mas é a 2ª menor da série no Brasil; renda cresce mais para ricos

População desempregada atinge o menor contingente da série comparável, mostra IBGE
População desempregada atinge o menor contingente da série comparável, mostra – Reprodução

Leonardo Vieceli
Folhapress

Após atingir a mínima histórica em 2024, a desigualdade de renda medida pelo índice de Gini subiu no país em 2025, apontam dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Conforme o órgão, o rendimento domiciliar per capita (por pessoa) cresceu para pobres e ricos no ano passado, mas a alta foi mais intensa para quem ganha mais, o que explica a subida da disparidade.

O Gini varia de 0 (igualdade máxima) a 1 (desigualdade máxima). Quanto maior o número, mais elevada é a concentração de renda em um local.

Em 2025, o índice brasileiro foi calculado em 0,511, o que significa um avanço de 1,4% ante a mínima verificada em 2024 (0,504).

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