Brasília, 19 – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou que não pode comentar sobre instituições específicas, ao ser questionado nesta terça-feira (19) pela senadora Leila Barros (PDT-DF) sobre a situação do Banco de Brasília (BRB), durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Galípolo, porém, disse que comentaria em abstrato algumas situações que estavam presentes no questionamento.
Na sequência, disse que há dois tipos de circunstâncias que demandam algum tipo de ajustamento para um banco, de patrimônio ou de liquidez. No caso de problema de liquidez, disse, o banco pode vender algum ativo que ele tem – o que piora o patrimônio. Já para equacionar o patrimônio, a solução é ocorrer um aporte de capital do acionista atual ou de um novo acionista, afirmou.
No caso do BRB, o Governo do Distrito Federal é o acionista majoritário do banco.