IBC-Br sobe 1,52% no 1º semestre, revela Banco Central

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 1,52% no 1º semestre de 2026, em relação ao mesmo período de 2025, informou a autarquia nesta segunda-feira, 17. O número se refere a série sem ajuste sazonal

No mesmo período, o índice ex-agropecuária avançou 1,65%, enquanto o indicador do agro subiu 1,13%. O índice da indústria aumentou 0,81%, o de serviços subiu 2,03% e o de impostos avançou 1,16%.

Nos 12 meses encerrados em junho, o indicador subiu 1,48%. O resultado é uma aceleração frente ao mesmo período até maio, quando a alta era de 1,40% (revisado, de 1,35%).

O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresceu 1,46%. Em maio, avançava 1,37% (revisado, de 1,34%).

Já o indicador da agropecuária acumulou alta de 2,55% nos 12 meses até junho contra 2,79% (revisado, de 2,45%) no mesmo período até o mês anterior.

A taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 0,52% para 0,68%. O índice de serviços passou de 1,89% (revisado, de 1,84%) para 1,92%.

O indicador de impostos – equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) – passou de 0,38% (revisado, de 0,36%) para 0,67%.

Trimestre

O IBC-Br total cresceu 0,18% no trimestre móvel encerrado em junho, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agro subiu 0,10% e o específico do agro aumentou 0,33%. A indústria subiu 0,51% os impostos avançaram 0,09%. Em contrapartida, os serviços caíram 0,07%.

Considerando o trimestre até junho, mas frente ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,46%. O índice ex-agropecuária teve alta de 1,44%, enquanto o específico do agro subiu 2,49%. O índice de serviços subiu 1,58%, o da indústria aumentou 1,13% e o de impostos avançou 1,32%.

T CSM
Fábio Andrade Contabilidade - Contador em Santa Maria DF

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