A jovem Thais Medeiros, que teve uma grave reação alérgica ao cheirar pimenta, teve alta médica hoje e voltou para casa após ser internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na última semana, segundo a mãe dela.
“Vamos mais uma vez para casa”, disse a mãe de Thais, Adriana Medeiros, em publicação nas redes sociais. No vídeo, a jovem aparece com a mãe dentro de um automóvel.
Ontem, Adriana adiantou que a filha deveria ter alta médica nesta sexta-feira (15). Thais deixou de usar o ventilador não invasivo que a auxiliava a respirar. A mãe afirmou que a filha deixou de usar o ventilador não invasivo que a auxiliava a respirar e que os médicos optaram por observá-la por mais 24 horas devido ao quadro de asma.
Durante a internação, a jovem passou por exames, tomou antibióticos e “resolveu as questões que tinha que resolver”. “Agora, graças a Deus, está tudo bem”, acrescentou a mãe em publicação ontem. Antes da internação, Thais estava recebendo cuidados em casa havia sete meses.
“Foram dias de muita luta, mas vencemos mais essa etapa. Obrigada a cada um de vocês que parou um minuto do dia para orar por ela. A corrente de fé funcionou!”, disse a mãe de Thais.
Thaís Medeiros de Oliveira, trancista de Anápolis (GO), teve uma reação alérgica grave depois de cheirar pimenta e, desde então, passou por internações e novos episódios de falta de ar. Thaís cheirou uma pimenta em conserva durante um almoço em família e começou a sentir coceira na garganta. À época, o então namorado, Matheus Lopes de Oliveira, contou que ela usou a bombinha de asma e tomou um antialérgico, mas os sintomas pioraram e ela “foi amolecendo”.
Ela foi levada ao Hospital Evangélico de Anápolis e precisou ser reanimada após chegar sem pulso. Os médicos informaram à família que ela ficou alguns minutos sem oxigenação adequada no cérebro.
A jovem chegou a ser transferida para a Santa Casa de Anápolis, que confirmou que ela chegou com “grave crise alérgica”. Ao longo do caso, médicos avaliaram que o contato com a pimenta pode ter sido um gatilho para uma crise de asma grave. A falta de ar levou à baixa circulação de oxigênio e provocou uma parada cardiorrespiratória, que resultou em lesão irreversível no cérebro, como a família relatou depois.