Serviços operam em patamar 1,7% aquém do recorde de outubro de 2025, mostra IBGE

População desempregada atinge o menor contingente da série comparável, mostra IBGE
População desempregada atinge o menor contingente da série comparável, mostra – Reprodução

O setor de serviços operava em março em patamar 1,7% aquém do recorde visto em outubro de 2025, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, iniciada em 2011 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os Serviços prestados às famílias estavam 6,8% abaixo do pico de outubro de 2013, enquanto os serviços de informação e comunicação operavam em nível 0,9% abaixo do recorde de fevereiro de 2026.

Os Serviços profissionais, administrativos e complementares estavam 3,4% abaixo do ápice de dezembro de 2014, e os Transportes funcionavam em patamar 5,8% aquém do recorde de março de 2023. O segmento de Outros serviços estava 14,5% aquém do auge de janeiro de 2012.

Comparação com o nível pré-pandemia

Com a queda de 1,2% no volume de serviços prestados no País em março ante fevereiro, o setor funcionava em patamar 18,2% superior ao de fevereiro de 2020, antes do agravamento da crise sanitária no País.

Em março, os transportes operavam 17,8% acima do nível pré-pandemia de covid-19, enquanto os serviços prestados às famílias estavam 4,5% acima do patamar de fevereiro de 2020.

Os serviços de informação e comunicação estão 37,2% acima do pré-pandemia, e o segmento de outros serviços está 0,8% abaixo. Os serviços profissionais e administrativos estão 21,4% acima do patamar de fevereiro de 2020.

Revisões

O IBGE revisou o desempenho do volume de serviços prestados em fevereiro ante janeiro, de uma alta de 0,1% para uma estabilidade (0,0%).

O volume de serviços prestados em janeiro ante dezembro foi revisto de +0,2% para -0,1% , o de dezembro ante novembro passou de -0,2% para -0,3%, e o de novembro ante outubro saiu de 0,0% para -0,1%, e o de outubro ante setembro foi revisto de 0,2% para 0,3%.

Segundo o analista da pesquisa Luiz Carlos de Almeida Junior, as revisões na série histórica da pesquisa são decorrentes do ajuste sazonal e também da entrada ou correção de dados prestados por informantes.

A entrada na série histórica de uma queda intensa em março, de -1,2%, já levaria a revisões nos resultados anteriores via modelo de ajuste sazonal. No entanto, como os resultados dos últimos meses eram próximos de 0%, oscilaram para baixo e ficaram no negativo.

T CSM
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