A ação incluiu a limpeza completa do terreno, a retirada de diversos tipos de resíduos como entulho, lixo doméstico, pneus, embalagens e móveis inutilizados, além da implantação de medidas para impedir novos descartes. Foram instaladas placas alertando sobre a proibição do descarte irregular e posicionadas barreiras de concreto para restringir o acesso de veículos, carroças e caminhonetes utilizados no descarte clandestino. Um guindaste foi utilizado para a colocação das barreiras.
A operação também recuperou uma erosão próxima à calçada, melhorando a segurança e preservando a infraestrutura urbana. Anteriormente, o espaço havia sido cercado com arame para impedir acessos irregulares, mas o material foi furtado, facilitando o retorno do descarte ilegal.
O acúmulo de resíduos favorece a proliferação de mosquitos da dengue, ratos, escorpiões e baratas, transmissores de doenças. Na semana passada, uma ação similar ocorreu na QNM 16, ao lado do Centro de Ensino Médio 02, com limpeza, instalação de muretas e reforço nas medidas preventivas.
Para o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza, as ações visam proteger espaços públicos e conscientizar a população sobre os impactos do descarte irregular. “Estamos intensificando esse trabalho em diversos pontos da cidade, especialmente em terrenos públicos que acabam sendo utilizados de forma indevida. Além da limpeza, estamos implantando barreiras físicas para impedir o acesso de veículos e evitar que essas áreas voltem a se transformar em lixões a céu aberto. É uma ação permanente de cuidado com a cidade e proteção à saúde da população”, afirmou.
O descarte irregular de resíduos é passível de multa aplicada pelos órgãos de fiscalização do DF Legal. A população pode denunciar práticas ilegais pelo ParticipaDF ou pelos canais oficiais do Governo do Distrito Federal, enviando fotos e registros. A Administração Regional reforça a importância da destinação correta de resíduos em papa-entulhos e pontos adequados para manter a cidade limpa e livre de riscos ambientais e sanitários.
Com informações da Administração Regional de Ceilândia