O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta sexta-feira (30/4), o Relatório de Monitoramento da Agenda Estratégica Eletroenergética 2026, que indica a execução de 49% das medidas previstas até o final do primeiro trimestre deste ano.
O documento detalha o andamento de 27 ações preventivas, destinadas a mitigar riscos operacionais, ampliar a resiliência do sistema elétrico nacional e garantir o atendimento eletroenergético em diversos cenários de operação. A Agenda Estratégica Eletroenergética 2026 funciona como um instrumento de governança para antecipar desafios relacionados às transformações da matriz elétrica e ao comportamento da carga, reunindo esforços de instituições como o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Entre os principais avanços destacados no período, sete ações prioritárias foram concluídas para fortalecer a segurança energética nacional. Um dos pontos é a viabilização da operação da Usina Hidrelétrica de Jirau na cota de 90 metros, que permite a incorporação de até 236,5 MW médios de geração ao Sistema Interligado Nacional (SIN), aumentando a capacidade de oferta. Outro destaque é a realização dos Leilões de Reserva de Capacidade de 2026, que contratam usinas termelétricas e ampliam empreendimentos hidrelétricos, reforçando a confiabilidade do SIN com fontes complementares para períodos de alta demanda.
A publicação reforça o compromisso do MME com a transparência e o monitoramento contínuo das ações para manter a segurança do suprimento eletroenergético. A integração entre os agentes do setor visa respostas estruturadas e ágeis a riscos potenciais, preservando a estabilidade e a confiabilidade do atendimento em diferentes condições operacionais.
Com informações do Governo Federal