Mbappé pede desculpas por chamar Mao de ditador

Fábio Galão

Empresas da China estão rompendo contratos de publicidade com Kylian Mbappé, um dos melhores jogadores de futebol da atualidade, porque o craque francês chamou Mao Tsé-Tung, um dos tiranos mais sanguinários do século XX, de… ditador.

O atleta cedeu à pressão chinesa e pediu desculpas pela declaração. “Meu comentário foi imprudente, e agora compreendo que ele feriu muitas pessoas na China e em comunidades chinesas ao redor do mundo”, disse Mbappé em comunicado.

“Peço desculpas a todos que se sentiram magoados com as minhas palavras. Essa, de forma alguma, foi a minha intenção. Tenho profundo respeito pelo povo chinês e por sua história, e lamento sinceramente o ocorrido”, afirmou.

Segundo informações da agência Associated Press, a fabricante de bebidas Dongpeng, a gigante de laticínios Mengniu e a produtora de queijos Milkground anunciaram nesta terça-feira (27), por meio de comunicados com teor semelhante, o encerramento dos contratos com Mbappé, alegando oposição a “quaisquer palavras ou ações que firam o sentimento nacional”.