21/06/2024

31 de março: Clube Militar e Forças Armadas querem manter viva a contrarrevolução, diz nota

 Em sua nota em alusão a
data que marca o início do período militar no Brasil, os presidentes dos clubes
de oficiais afirmam que, junto das Forças Armadas, estão comprometidos para que
o 31 de março permaneça vivo.


por Sociedade Militar

No texto os clubes afirmam ainda que são representantes
dos militares brasileiros e que continuarão a anunciar os benefícios causados
pelo regime militar ao país.

“… sendo entidades representativas de uma classe
profissional que simplesmente não pode existir alheada da pátria, continuarão a
propugnar pelas importantes causas …”.

Em certa parte do manifesto, assinado pelos 3 presidentes
dos clubes, percebe-se a astúcia dos generais na elaboração do discurso, quando
o autor afirma que importa manter a data viva somente onde a mesma seria
compreendida por conta do seu legado de pacificação e desenvolvimento, ou seja,
no interior dos quartéis e instituições de ensino ligadas às Forças Armadas.

“… para que o 31/03/1964 permaneça vivo na história,
somente onde seu legado de pacificação e desenvolvimento do Brasil possa ser
compreendido…”

“O lugar do 31 de março de 1964

A contra revolução de 31/03/1964 pertence à história e
não à política ela contou com amplo apoio dos diversos segmentos da sociedade e
promoveu grandes reformas nos Campos políticos econômico psicossocial e militar
que modernizaram o país dando-lhe relevância Internacional e consistência
institucional.

Os clubes naval, militar e de aeronáutica não poderiam
deixar de estar alinhados com as Forças Armadas às quais se vinculam por
compromissos e ideais para que o 31 de março de 1964 permaneça vivo na
história, somente onde seu legado de pacificação e desenvolvimento do Brasil
possa ser compreendido.

Como associações que congregam oficiais das Forças
Armadas, alguns dos quais cumpriram seu dever enfrentando a agressão da união
das Repúblicas Socialistas Soviéticas e de sua franquia Cubana no Brasil, os
clubes naval, militar e de aeronáutica continuarão a participar da vida
nacional como fizeram na Abolição da Escravatura, na proclamação da república,
no fim das eleições ilegítimas da república velha, na questão do petróleo e
continuam a fazer no acompanhamento permanente da situação nacional, repudiando
toda e qualquer forma de autoritarismo e arbítrio que se pretenda impor a
nação.

E como tal, sendo entidades representativas de uma classe
profissional que simplesmente não pode existir alheada da pátria, continuarão a
propugnar pelas importantes causas do movimento cívico militar de 31/03/1964,
comuns a todos os brasileiros: defesa da soberania nacional de combate à
corrupção desenvolvimento do país e garantia da democracia.

Portanto, decorridos 59 anos, os clubes naval, militar e
de aeronáutica, encontram-se no mesmo lugar histórico do 31 de março de 1964,
animados de sã camaradagem, confiantes nas Forças Armadas, e certos do destino
de grandeza do Brasil.”

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