O Google ampliou um programa de demissão voluntária voltado a funcionários no Canadá, França, Alemanha, Japão e Suíça. A medida faz parte dos esforços da Alphabet para controlar custos diante do crescimento dos investimentos em inteligência artificial.
A empresa confirmou a expansão do programa, mas não divulgou o número exato de funcionários que aceitaram as propostas de desligamento. A iniciativa dá continuidade a ações semelhantes oferecidas desde 2025 para divisões nos Estados Unidos e no Reino Unido.
Foco em áreas estratégicas
Segundo a companhia, os recursos estão sendo redirecionados para prioridades estratégicas, como computação em nuvem e inteligência artificial. Divisões específicas, a exemplo do Google Cloud e da unidade de inteligência artificial DeepMind, ficaram de fora das ofertas anteriores e parecem seguir o mesmo critério nesta nova etapa.
O controle de despesas também tem sido observado em outras empresas de tecnologia do setor. Na Suíça, onde a empresa mantém um importante centro de engenharia, o programa alcançou diferentes equipes com condições específicas de indenização e prazos determinados para adesão e resposta aos trabalhadores.
Impacto prático
- Situação atual: Programa de demissão voluntária ampliado para o Canadá, França, Alemanha, Japão e Suíça.
- O que muda: Funcionários elegíveis podem aderir a pacotes de saída voluntária com indenizações calculadas conforme o tempo de serviço.
- Quem é afetado: Colaboradores de divisões específicas do Google em vários países, com exclusão de unidades como a DeepMind.
- Próximos passos: Avaliação contínua de custos e alocação de recursos pela Alphabet em meio aos investimentos em inteligência artificial.
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