ECONOMIA
Além da recomposição, a empresa habilitou saques em cinco novas moedas fiduciárias: dólar americano (USD), dirham dos Emirados Árabes Unidos (AED), dong vietnamita (VND), peso filipino (PHP) e rupia indonésia (IDR).
A maior corretora de criptoativos do mundo informou que o volume total de retiradas já liberadas atingiu US$ 5,16 bilhões.
Para assegurar a transparência, a plataforma atualizou sua Prova de Reservas (PoR). Uma nova atualização está agendada para quarta-feira (4), abrangendo um número maior de tokens. Posteriormente, a empresa realizará uma prova de conhecimento completa, processo que deve levar entre 40 e 50 horas devido à complexidade computacional envolvida.
A Binance reiterou que os fundos de usuários brasileiros permanecem protegidos e que nenhuma conta de investidor do país foi afetada pela invasão. O ataque, que envolveu o roubo de cerca de US$ 6,3 bilhões, foi atribuído por autoridades norte-americanas a um grupo hacker patrocinado pelo governo da Coreia do Norte.
Entenda o caso
- Situação atual: A Binance concluiu a reposição de 95% do valor dos ativos afetados pelo ataque hacker, utilizando recursos próprios.
- Ativos afetados: Os 5% restantes correspondem a criptomoedas de menor liquidez, cuja aquisição em larga escala demanda mais tempo.
- Segurança: Volumes de Bitcoin, Ether, Tether, BNB, Solana, USD Coin, XRP, USD1, RLUSD e Zcash já foram integralmente recompostos e estão 100% lastreados.
- Próximos desdobramentos: A corretora trabalha na retomada progressiva de saques em outras redes e ativos, com uma nova etapa prevista para esta terça-feira.
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