BRASÍLIA
A ASA compreende um raio de 20 quilômetros a partir do centro da pista principal do aeroporto.
Três locais situados nas proximidades do Aeroporto Internacional de Brasília foram identificados como pontos de atenção devido ao potencial de atrair aves, aumentando o risco de colisões com aeronaves durante as operações de pouso e decolagem. O levantamento aponta o Jardim Zoológico de Brasília, a Unidade de Recebimento de Entulho (URE) e a Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF) como áreas críticas dentro da Área de Segurança Aeroportuária (ASA).
Nessas regiões, o uso e a ocupação do solo possuem restrições específicas para evitar atividades que favoreçam a presença de fauna, que pode comprometer a segurança operacional. Dados do primeiro semestre de 2026 indicam o registro de 52 colisões com aves no terminal brasiliense, resultando em danos a seis aeronaves.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) ressalta que a Lei nº 12.725/2012, que estabelece diretrizes para atividades em áreas aeroportuárias, ainda aguarda regulamentação por meio de decreto para plena aplicação das medidas de controle.
O que você precisa saber
- Locais de risco: Zoológico de Brasília, Unidade de Recebimento de Entulho e Ceasa-DF atraem avifauna para a zona de operação aérea.
- Dados de colisões: Foram contabilizadas 52 ocorrências de impacto com aves no primeiro semestre de 2026, com seis aeronaves avariadas.
- Área de abrangência: Os pontos críticos estão inseridos na Área de Segurança Aeroportuária (ASA), que se estende por um raio de 20 km do aeroporto.
- Legislação: A norma federal que regula o uso do solo em áreas aeroportuárias ainda depende de regulamentação por decreto.
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