MUNDO
Uma mulher condenada à morte por assassinato, que sobreviveu a uma tentativa de execução no estado do Tennessee, nos Estados Unidos, relatou sofrer dores constantes um mês após o procedimento. A declaração foi divulgada por sua defesa nesta sexta-feira (30). A mulher, de 50 anos, afirmou que mantém dificuldades para falar e que o sofrimento é tanto físico quanto psicológico. Ela foi condenada em 1996 pelo sequestro e homicídio de uma colega de classe. Em 30 de setembro, recebeu duas doses de pentobarbital, substância utilizada em injeções letais, mas o procedimento não resultou em óbito. Após o ocorrido, foi hospitalizada em estado crítico e posteriormente retornou ao sistema prisional. Segundo o Centro de Informações sobre a Pena de Morte, trata-se de um caso inédito de sobrevivência após a aplicação de doses letais. A defesa solicitou ao governo estadual a comutação da pena para prisão perpétua. O governo do Tennessee suspendeu as execuções no estado para a realização de uma investigação independente sobre o caso.
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