ECONOMIA
Nas demais atividades econômicas, o levantamento não identificou variações estatisticamente significativas no mesmo intervalo trimestral.
O setor da construção foi o único a registrar aumento significativo na ocupação durante o trimestre encerrado em setembro, na comparação com o período de abril a junho. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o segmento avançou 2,8%, resultando na abertura de 210 mil novas vagas de trabalho.
No comparativo anual, frente ao trimestre de julho a setembro de 2025, o cenário apresentou crescimento em outros setores: Transporte, armazenagem e correio registraram alta de 6,9% (411 mil pessoas), enquanto a Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais cresceram 2,1% (400 mil pessoas).
O mercado de trabalho brasileiro apresentou, no dado geral, uma taxa de desemprego de 5,2% no trimestre encerrado em setembro. O índice representa o menor patamar para este período desde 2012 e o menor nível registrado ao longo de 2026.
Impacto no seu bolso
- Crescimento setorial: A construção civil destaca-se como o principal motor de novas ocupações no curto prazo.
- Mercado aquecido: A taxa de desemprego de 5,2% reflete um cenário de maior absorção de mão de obra no país.
- Estabilidade: Setores como transporte e administração pública mantêm trajetória de alta na comparação anual.
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